Essa foi a primeira foto que fiz para a primeira parte do projeto: meu amigo, fechamento, professor e avô, Hugo.
Sem dúvida alguma, ele foi uma grande inspiração, não só para o 365nus – que o fato dele ter sido vice-presidente da Associação Carioca de Naturismo e desde sempre ter me ensinado a encarar o corpo / a nudez com a naturalidade que lhe pertence, com certeza foi uma influência direta –, mas para tantas fases da minha vida; de me ensinar mitologia grega enquanto via (TODOS) episódios de Cavaleiros do Zodíaco comigo até ter me incentivado a entrar “de verdade” no mundo mágico da fotografia com sua Pentax K1000, passando por ter me ensinado a pedalar, por achar que os beatniks eram uma ótima literatura para um moleques de 12 anos haha, por ser tão sem-vergonha (no melhor dos sentidos, mas acho que só quem o conheceu vai entender exatamente), e infinitas reticências.
O lado egoísta sempre bate quando perdemos alguém, mas é no mínimo injusto ficar triste com algo em relação a ele.
Vão-se as risadas ininterruptas, os almoços de domingo (e toda comida deliciosa que ele sempre fazia a mais pra poder dizer que “aaaah sobrou vai ter que levar pra comer em casa”), as conversas inteligentes mesmo nos assuntos mais idiotas, as mil histórias da versão brasileira e gente boa do Bukowski. Mas ficam as lições de vida, as lembranças lindas, a energia 101% positiva e todo o amor transbordante.
Mememé, eu te amo. Obrigado por tudo.

Natura – Hugo.
📷: Fernando Schlaepfer
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This was the first photo I made for the first part of the project: my friend, partner, teacher and grandfather, Hugo.
Undoubtedly, he was a great inspiration, not only for 365nus – than the fact that he was vice president of the Carioca Association of Naturism and has always taught me to face the body / nudity with the naturalness that belongs to it, certainly was a direct influence – but also for so many phases of my life; to teach me greek mythology as I watched (ALL) episodes of Saint Seya with me until I had been encouraged to “really” enter the magical world of photography with his Pentax K1000, to have taught me how to pedal, to think that the beatniks were a great literature for a 12-year-old lol, for being so shameless (in the best way, but I think only those who knew him will understand exactly), and endless reticence.
The selfish side always strikes when we lose someone, but it is at least unfair to be sad about something about him.
He goes away with his uninterrupted laughter, the Sunday lunches (and all the delicious food he always did the most to be able to say that “aaaah there is some left, you will have to take home to eat”), intelligent conversations even in the most stupid things, a thousand stories of the Brazilian version and good people of Bukowski… But he stays in the life lessons, the beautiful memories, the 101% positive energy and all the overflowing love.
Mememé, I love you. Thanks for everything.

Natura – Hugo.
📷: Fernando Schlaepfer

Neto desbravando a “primeira segunda participação” de um colaborador por aqui:
“No começo deste ano fui com o Gui para Conselheiro Mata (MG) pra que ele resolvesse algumas coisas do seu casamento que iria acontecer na cidade (e que já aconteceu e foi lindo). Decidimos aproveitar a ida e a locação (minha vida é aproveitar locação haha) pra que eu o fotografasse para o #365nus. Este cara da foto acompanha o meu trabalho desde o começo e entende a fundo o que penso e o que não penso sobre fotografia de nu, já fotografou comigo no Libertine e é um puta fotógrafo, além de um grande amigo. O fato de ele ter confiado em mim e participado de um ensaio comigo (o primeiro masculino que fiz) é algo que muito me alegra, me inspira, e me honra, principalmente por ter sido em Conselheiro, lugar muito significativo para mim e para ele e a Deh também. Acho que nenhum lugar é especial por si só. Valeu cada rolê de bike, cada trilha, banho de cachoeira, cerveja no bar do Seu Kussu e muitas outras atividades em vários outros dias. Sem querer, transformarmos este pequeno vilarejo em algo que fará parte para sempre de nossas memórias.”

Sempre-Vivas – Guilherme.
📷: Neto Macedo

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Neto breaking the “first second participation” of a collaborator here:
“At the beginning of this year I went with the Gui for Conselheiro Mata (MG) so he could solve some stuff from his wedding that was going to happen there (and it happened already and it was beautiful). This guy from the photo follows my work from the beginning and understands in depth what I think and what I do not think about naked photography, I have already photographed with him in Libertine and he is an awesome photographer and friend. The fact that he trusted me and participated in an essay with me (the first male I did) is something that makes me very happy, inspires me, and honors me, especially in Conselheiro, a very significant place for me and for him and Deh as well.
I do not think any place is special in itself. It was worth every bike ride, every trail, waterfall bath, beer in the bar of Seu Kussu and many other activities in several others without inadvertently transforming this small village into something that will forever be part of our memories.”

Sempre-Vivas – Guilherme.
📷: Neto Macedo

Semana passada consegui (também finalmente!) Fotografar meu amigo Sam.
Às vezes é foda, mesmo variando os posts aqui com outrxs fotógrafxs, ter o tal tempo livre necessário pra se dedicar a um projeto autoral é tão perrengue quanto necessário: pra caralho.

E FALANDO EM CARALHO, obrigado Sam por ter aceitado participar. A gente já trocou várias ideias sobre a hipersexualização do corpo negro – e no caso dele, que tem vitiligo, um ~plus a mais~ pela curiosidade / fetichização em torno de onde ocorreu a descoloração da pele – e fiquei muito feliz com a confiança depositada.

Guache – Sam
📷: Fernando Schlaepfer

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Last week I could (also finally!) shoot my friend Sam.
Sometimes it’s fucking hard, even varying the posts here with other photographers here, having the necessary free time to dedicate yourself to a personal project is as hard as necessary: a fucking lot.

And speaking about hard shit: thank you Sam for accepting to participate. We have already exchanged several ideas on the hypersexualization of the black body – and in the case of it, which has vitiligo, a plus by the curiosity / fetishization around where the discoloration of the skin occurred – and I was very happy with the confidence spent.

Guache – Sam
📷: Fernando Schlaepfer

Quando arrumei um lar pra chamar de meu em São Paulo, achei que agora sim teria tempo de sobra pra sair com os amigos daqui, fotografar para meus projetos autorais, desbravar os cantos que ainda não conheço da cidade… mas não mudou tanta coisa assim ainda: continuo meio a meio entre RJ e SP (ou ¼ a ¼ já que a outra metade é em lugares que descubro nas vésperas haha). Nunca é uma divisão fácil tipo “uma semana aqui, uma semana ali”; a maioria dos dias é uma sequência de dormir-em-uma-acordar-em-outra que não só continuo sem ver meus amigos, fazer meus rolês, etc, como de vez em quando mal piso no novo lar (primeiro passo pra mudar: admitir. Vou trabalhar nisso!).

Felizmente na semana passada eu consegui um tempo livre pra algumas dessas coisas, e depois de meses combinando, finalmente conheci e fotografei a Amanda (com a última 35mm descartável da collab entre I Hate Flash e Void da história!) aqui em casa. Amiga, muito obrigado por insistir em fazermos no meio da correria de sempre, e pelas palavras que mandou:

“Isso tudo se trata de confiança. Confiança entre o fotografo e a fotografada. É confiar no universo ao seu redor, e principalmente, confiar em si mesma. É se sentir inteira, conectada consigo mesma. É plenitude, mais que isso, solitude. É resiliência, resistência, é amor. Amor próprio, e assim, amor pelo próximo. É gratidão.”

Treze – Paçoca e Amanda
📷: Fernando Schlaepfer

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When I set up a home to call my own in São Paulo, I thought that now I would have plenty of time to go out with friends from here, to photograph for my own projects, to get to know the corners that I have never been in the city … but it has not changed so much since then: I still inbetween RJ and SP (or ¼ to ¼ since the other half is in places I discover in the day before haha). It’s never an easy division like “a week here, a week there”; most days are a sleeping-at-one-wake-up-at-another sequence that not only continues without seeing my friends, doing my ruts, etc., as from time to time poorly tread in the new home (first step to change: I’ll work on it!).

Luckily, last week, I got some free time for some of those things, and after months of combining, I finally met and photographed Amanda (with the last 35mm disposable camera – a collab between I Hate Flash and Void) here at home. Friend, thank you for insisting on doing it in the middle of the usual rush, and for the words you sent: “It’s all about trust, trust between the photographer and the photographed, trusting the universe around you, and especially trusting yourself. It is to feel whole, connected to itself. It is fullness, more than that, solitude. It’s resilience, endurance, it’s love. Self-love, and thus, love of neighbor. It’s gratitude.”

Treze – Paçoca and Amanda
📷: Fernando Schlaepfer

Primeira participação da Carol aqui no projeto, dando aquela roubada pra aproveitar uma locação durante um job pra fotografar para projetos pessoais. Quem nunca? “Todos nós, no segudo dia de trabalho hard, mas bem legal, acordamos às 4am pra estar no barco às 5 e fotografar na melhor luz do dia. Tava frio e ninguém queria nadar pelado.”

Guanabara – Giulia, Pedro e Jullio

📷: Carol Bertrand para #365nus
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Carol’s debut here in the project, taking advantage of a lease during a job to photograph for personal projects. Who never? “All of us, on the second day of hard but really cool work, woke up at 4am to be at the boat at 5 and shoot in the best light of day. It was cold and no one wanted to swim naked.”

Guanabara – Giulia, Pedro and Jullio

📷: Carol Bertrand for # 365nus

É da hora quando xs amigxs topam ser vítimas das suas fotos, mas mais ainda quando é no inverno, aquele frio de 5 e pouca da manhã sem ajuda do Sol que ainda tá atrás do mar, com um monte de gente olhando, e bem, as fotos são sem roupa.
Vini, te devo uma. (E Tomás. E Anna. E Gi. E… tá, e todo mundo que fotografei pro projeto, mesmo em condições mais favoráveis. 💛)

After – Viniele
📷: Fernando Schlaepfer

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It’s gnarly when friends accept to be victims of my photos, but even more so when it’s winter, that 5 in the morning cold, without help from the sun that is still behind the sea, with a dozen people staring and, well, without clothes.
Vini, I owe you one. (And Thomas, and Anna, and Gi.E …, and everyone I shot for the project, even under more favorable conditions.💛)

After – Viniele
📷: Fernando Schlaepfer

“A minha questão com o nu em geral é bem simples: comecei a fotografar há uns 13 anos (acredito que no mesmo tempo que o Schlaepfer), e naquela época, apesar de existir Myspace / Fotolog / Flickr (onde eu e o Fê nos conhecemos), não havia Facebook ou Instagram, e com o uso de smartphones tudo mudou MESMO – então quem se metia na fotografia naquela época queria mesmo isso, e não era pela conveniência do celular sempre por perto.
Eu comecei com uma analógica e a abandonei, porque era imatura e buscava resultados imediatos, muito por não saber o que estava fazendo. Depois de 7 anos fotografando, percebi que não me identificava nem um pouco com o tipo de material que produzia (muito focado em nú feminino para sites e revistas que se dizem feministas mas são altamente sexistas), em vez de continuar frustrada com um meio que não me trazia mais satisfação, resolvi ir explorar outros dentro da própria fotografia mesmo. Sou bem mais feliz hoje em dia sem me preocupar com o conteúdo online: fotografo amigos, clientes que compreendem meu trabalho e pessoas que acho interessantes, nuas ou não – e o nu não precisa ser sensual, mesmo eu sendo uma pessoa bem aberta sexualmente, considero nudez natural e somente uma opção para agregar à linguagem da imagem. Voltei para onde comecei: com uma analógica e todo o tempo do mundo para pensar nos cliques antes, esperar cumprir um rolo inteiro de filme para só então revelar em casa mesmo, as 36 poses que sempre aparecem com alguma surpresa.

Os retratados dessa série aqui são alunos, homens, de um primeiro workshop de nu que apresentei no Brasil. As aulas eram compostas por uma grande maioria masculina, que sequer consideravam qualquer outro tipo de fotografia que não houvesse um corpo feminino nu – por isso convidei todos os alunos homens a se despirem e sentirem como é estar exposto frente à camera como parte do aprendizado. Hoje em dia apresento workshops mais abrangentes, que falam sobre História da Fotografia e processos analógicos para tentar expandir a idéia de quem vêm querendo só saber somente desse pequeno segmento de nú, numa arte tão complexa e extensa que é a Fotografia.”

Workshop – Vitor
📷: Andrea Lavezzaro
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“My issue with the nude in general is quite simple: I started shooting about 13 years ago (I believe at the same time as Schlaepfer), and at that time, although there was Myspace / Fotolog / Flickr (where me and Fê met each other), there was no Facebook or Instagram, and with the use of smartphones everything changed even more – so anyone who got into photography at that time, really wanted that, and it was not for the convenience of the cell phone always around.
I started with an analogue and I left it, because I was immature and sought immediate results, much for not knowing what I was doing. After 7 years of photography, I realized that I did not identify with the type of material that produced ( very focused on the feminine for sites and magazines that call themselves feminists but are highly sexist), instead of continuing frustrated with a medium that did not bring me more satisfaction, I decided to go explore others within the same photograph itself. I’m much happier nowadays without worrying about online content: I photograph friends, clients who understand my work, and people I find interesting, naked or not – and the nude does not have to be sexy, even though I’m a very open-minded person, I consider natural nudity and only an option to add to the language of the image. I went back to where I started: with an analogue and all the time in the world to think about the clicks before, expect to fulfill a whole roll of film only to reveal at home the 36 poses that always appear with some surprise.The portraits of this series here are students, men, of a first workshop of naked that I presented in Brazil. The classes were composed of a large majority of men, who did not even consider any other kind of photography without a naked female body – so I invited all the male students to undress and feel what it’s like to be exposed in front of the camera as part of the learning process. Nowadays I present more comprehensive workshops, which talk about Photography History and analogical processes to try to expand the idea of ​​those who want to know only this small segment of nakedness, in an art so complex and extensive as Photography.”

Workshop – Vitor
📷: Andrea Lavezzaro

Mês passado eu estava fotografando o Sónar Barcelona e fui surpreendido com algumas pessoas lá me abordando e falando que acompanham meu trabalho. Algumas delas no meio festival, outras nas áreas de producão, e algumas no rolê da minha folga.
Não vou nem tentar fingir que acho esse reconhecimento normal por lá: fiquei mega surpreso (e, como sempre, sem graça) com pessoas me chamando pelo nome e elogiando meu trabalho do outro lado mundo. Obviamente fiquei feliz pra caralho com todxs, mas especialmente com o Andreu – um português sangue bom que já seguia o meu trabalho e veio falar sobre o 365nus; que a mulher dele era apaixonada pelo projeto, e que se ela soubesse que eu estava na cidade deles, iria querer sair de casa mesmo na ressaca monstra que estava pra vir me conhecer. Daí eu respondi brincando algo como “ah, fala que se ela vier, não só nos conhecemos como eu ainda fotografo ela para o projeto!”.
Daí ela levou a sério.

Laje – Stefania
📷: Fernando Schlaepfer
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Last month I was shooting Sónar Barcelona and I was surprised by some people there addressing me and telling me that they follow my work. Some of them during the festival itself, some in the production areas, and some in the way of my day off.
I will not even pretend that I think it’s no big deal being recognized over there: I was amazed (and, as always, bland) with people calling me by name and praising my work on the other side of the world. Obviously I was so fucking happy with everyone, but especially with Andreu – a portuguese fellow who was already following my work and came to talk about 365nus; that his wife was in love with the project, and that if she knew I was in their city, she would want to leave the house even in the hangover that she was just to meet me. Then I replied by playing something like “so tell her that if she comes, not only we will meet each other but I will also shoot her for the project!”.
Then she took it seriously.

Laje – Stefania
📷: Fernando Schlaepfer

Na primeira parte do #365nus eu fiz alguns autorretratos. Não gosto da grande maioria – não por vergonha, insegurança ou motivos que eu seria hipócrita em insistir tanto para ~as vítimas~ do projeto passarem por cima e eu mesmo não enfrentar, mas por não conseguir passar exatamente o que eu gostaria. Tenho certa facilidade em dirigir os outros, mas sou péssimo em me dirigir – talvez por não estar me vendo, ou por não ter o dom da expressão corporal, ou só por ser ruim nisso mesmo, acontece haha.Já fui dirigido por outros fotógrafos muitas vezes e acho que me saio muito m̶e̶l̶h̶o̶r̶ menos pior, mas só esses dias passei por isso para uma série por aqui: fui clicado pelo meu amigo Pedro Millás, aproveitando que a gente já tinha legalizado a nudez nos arredores L.A. River quando o fotografei. Passando a palavra pra ele:
Antes de falar sobre essas fotos, preciso falar sobre outras, as que eu estava na frente da câmera. Quando o Fê me chamou pra ser fotografado, eu topei na hora por um motivo: esse projeto é luz na escuridão, é empoderamento através da arte; e fazer parte disso é muito massa. Dito isto, dá pra imaginar o quão honrado eu fiquei quando ele topou trocar de lugar comigo, né? Fotografar, diferente de ser fotografado, trouxe uma pressão enorme no dedo do shutter, porque, meu amigo… a responsa é grande! Foi, sem dúvidas, um dia pra se lembrar. Muito obrigado por me trazer à bordo, Fê!

Trespassito – Fernando
📷: Pedro Millás
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In the first part of # 365nus I did some self-portraits. I do not like the vast majority of them – not out of shame, insecurity or motives that I would be hypocritical in insisting so much on ~the victims~ of the project to go over not to face it myself, but for not being able to get through exactly what I wanted. I have a certain ease in directing others, but I suck at directing myself – perhaps because I’m not seeing myself, or because I do not have the gift of corporal expression, or just because I’m bad at it, it happens haha.
I’ve been directed by many other photographers and I think that I’m “less worse”on those cases, but only these days I went through this for a series here: I was clicked by my friend Pedro Millás, taking advantage of that we had already legalized the nudity in the LA River when I photographed him. Turning the word to Pedro:
Before talking about those photos, I need to talk about others, the ones I was in front of the camera. When Fê called me to be photographed, I ran into the moment for a reason: this project is light in the dark, it’s empowerment through It’s a lot of dough, and you can imagine how honored I was when he came to change places with me, right? Photographing, different from being photographed, brought enormous pressure on the shutter finger, because, my Friend … it’s a big responsability! It was, without a doubt, a day to remember. Thank you for bringing me aboard, Fê!

Trespassito – Fernando
📷: Pedro Millás

Fotografei meus amigos PC e Thays no meu lar paulistano – que aliás já foi cenário para as fotos de outro casal de amigos aqui no projeto, Pretta e Rafa, mesmo antes de ser meu lar (e, agora que é, vai ser cenário de mais vários. Amigos, estejam preparados pra já me visitarem sem roupa, combinado? Grato).

A princípio, a série seria com a minha Nikon de guerra (a D750, digital), mas eu tinha a 35mm descartável do I Hate Flash x Void no bolso e resolvi também fazer alguns cliques com ela de bobeira.
Revelei no laboratório da esquina, bem tosquinho mesmo, e o scan veio todo sujo. Aí gostei mais. Então, a série vai ser com essas 3 fotos de bobeira. Acontece. 🙂

Treze – Paulo e Thays
📷: Fernando Schlaepfer
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I shot my friends PC and Thays at my São Paulo’s home – which was already scenario for the photos of another couple of friends here in the project, Pretta and Rafa, even before being my home (and, now that is, it will be scenery of many more. Friends, be ready to visit me without clothes, deal? Thanks).

At first, the series would be with my Nikon (the D750, digital), but I had the disposable I Hate Flash x Void camera in the pocket and I also decided to do a few clicks with it.
I developed it at the corner lab, very shaggy, and the scan came all dirty. I liked it more. So, the series is going to be with those 3 photos. It happens. 🙂

Thirteen – Paulo and Thays
📷: Fernando Schlaepfer